terça-feira, janeiro 03, 2006

Poema em ladino, ou Judeo-Espaniol

En el estudio

De la solombra muerta del dia
venimos
a liberar la respiracion.

Entre las paredes pintadas,
entre los tapetes finos,
nuestras manos se unden
en la locura de los muvimintos,
en los caresos de la creacion.

Se forma un circolo de vida
plantando esperansa
en la tierra que espera
a las simintes
a la luvia
a la pasion.

(Margalit Matitiahu)

2 comentários:

Ana Maria disse...

João sei que devo muitos comentários e leituras no teu cantinho vou tentar repor essa situação.
as leituras já estão, digo-te que os poemas em linguas estrangeira não entendo o suficiente para os comentar.
em relação aos teu poemas não questino a qualidade pois não tenho gabarito para isso, porém, aqui dou o meu parecer: "A mão direita é dos poetas" alúdes que o poeta é uma voz que alerta no "Nada, nem mesmo a chuva" a emoção, a ternura em núvens e na figura de uma mãe. João fica bem e continua a seres meu amigo.
Ana

OrCa disse...

Grato pela visita e comentário. Fiquemos, pois, a aguardar o desenvolvimento do desafio.

Um abraço.