segunda-feira, setembro 26, 2005

The Waste Land

«A Terra sem Vida», publicado em 1922, é já a Europa movendo-se rumo ao caos, embora o Poema comece com a esperança que o mês de Abril, sendo embora para Eliot e para a tradição judaico-cristã «o mais cruel dos mêses», faça germinar «lilases da terra morta ». Depois o Poema vai sendo estruturado com fragmentos da substância da História, da auto-biografia do próprio poeta, e do que vê a personagem central do Poema, o cego Tirésias.
Em todo o caso, é nesses fragmentos da Cultura ocidental que T.S.Eliot afirma apoiar-se, e di-lo explicitamente no 430º verso: «Com estes fragmentos escorei as minhas ruínas»(*)

(*) A Terra Sem Vida, Edições Ática, 1ª edição, s/d, Trad. de Maria Amélia Neto

2 comentários:

Ana Maria disse...

João espera, não posso ler-te em pé.
vou ali buscar a minha cadeira preferida mais o banquinho para os pés, a manta não é necessária porque não está frio, so o casaquinho pelas costas e já venho.

Ana Maria disse...

joão mais um livro a comprar, o meu marido vai-me dar porrada, gasto o dinheiro todo no vicio.hihihi
obrigada